Instituto da Juventude defende uso responsável das redes sociais

Instituto da Juventude defende uso responsável das redes sociais

O director geral adjunto do Instituto Angolano da Juventude (IAJ), Yuri Cardoso, defendeu hoje (segunda-feira), em Luanda, o uso responsável das redes sociais, tendo em conta os perigos para a sociedade quando mal utilizadas.

Em declarações à imprensa, à margem do “workshop sobre a campanha educativa sobre o civismo, segurança e responsabilidade no uso das redes sociais”, referiu que o objectivo é o de alertar para os riscos que existem e evitar-se a exposição desnecessária de terceiros.

Alertou ara o facto de dar ou permitir o acesso de informações pessoais a desconhecidos e reforçou que estas são falhas que têm contribuído para a criminalidade, porque não se sabe que tipo de informação deve ser partilhada e quais buscas têm de ser feitas.

Para si, muitos males são provocados pelo uso indevido ou irresponsável das redes sociais, daí é que a IAJ tem procurado levar a informação às escolas com o propósito de apelar aos jovens para adoptarem uma postura mais responsável.

“Temos feito uma ampla campanha educativa sobre o civismo, segurança e responsabilidade nas redes sociais pelas escolas e temos tido bons retornos”, disse.

Acrescentou que os estudantes têm manifestado muito interesse na informação que lhes é passada e contribuem igualmente com várias sugestões para o uso das redes sociais

Informou que ainda este ano a campanha se estenderá para as restantes províncias, começando pelo Bengo, Malanje, Benguela dentre outras a partir do mês de Março.

Fez saber que nas redes sociais existem conteúdo importantes para o crescimento do adolescente e a criação da sua personalidade, dependendo tudo do objectivo de cada um na sua pesquisa.

“Muitos esforços têm sido feitos para dar o nosso contributo ao ministério da Justiça e Direitos Humanos na regulamentação do uso das redes sociais”, salientou.

Apelou aos pais para fazerem o uso das mesmas redes sociais que os filhos para um melhor controlo e estarem dentro das actividades normais dos mesmos na internet.

Fonte: ANGOP

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