MINJUD quer melhorar eficácia do Projovem

MINJUD quer melhorar eficácia do Projovem

O Ministério da Juventude e Desportos está a trabalhar para corrigir as insuficiências do programa Projovem, para que beneficie mais jovens no país, revelou hoje, sábado, no Lubango, província da Huíla, a ministra de tutela, Ana Paula do Sacramento Neto.

Dissertando o tema “Juventude levanta-te e caminha” no segundo dia da VI Peregrinação ao santuário da Muxima do Toco, a ministra afirmou que o empreendedorismo tem sido um mecanismo importante para o garante do emprego e auto-emprego, sobretudo para os jovens.

Neste contexto, está-se a trabalhar para encontrar as melhores soluções, para corrigir as insuficiência no âmbito da implementação do Projovem.

“O objectivo é que o crédito beneficie um maior número de jovens empreendedores. O programa foi lançado em Março do ano em curso e foram aprovados apenas 153 projectos a nível nacional, digo apenas porque ainda não estamos satisfeitos, com maior incidência para o comércio, agricultura e indústria, dos quais sete beneficiários são da Huíla, o que é muito pouco”, admitiu a governante.

Disse que não obstante as dificuldades existentes, enquanto jovens, o foco deve passar pela aposta no formação académica e profissional, procurando ser um quadro de excelência e estar entre os melhores.

Fez saber que durante o seu consulado irá melhorar os canais de diálogo com as associações juvenis e massificar o desporto escolar, assim como encontrar mecanismos eficazes para gestão das infra-estruturas.

“Vamos projectar um futuro melhor para os jovens, é importante sublinhar que o executivo angolano reconhece o grande papel da igreja na formação do ser humano, pois complementa a acção do estado a vários domínios”, frisou.

Ana Paula do Sacramento Neto afirmou que o Estado conta sempre com a força e a criatividade da juventude, que deve ser adequada à experiência dos mais velhos para que construam uma nação que todos almejam.

“Existem problemas que enfermam uma parte considerável de jovens, que podem ser resolvidos, partindo da adopção de boas práticas na relação com o próximo, como a assumpção de relacionamentos responsáveis, para que deles resultem em casamentos duradoiros”, disse a ministra.

“O jovem pai ou mãe não deve facilitar quando o assunto se tratar de educar os seus filhos. A redução do casamento e gravidez precoce, a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis, a promoção da equidade e igualdade do género, combate ao consumo excessivo de bebidas alcoólicas e drogas, situação que tiram ao sono aos pais e jovens”, concluiu.

Fonte: ANGOP

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